Não podemos negar que as mídias se tornaram um mal necessário, cada vez mais sentimos a alienação da sociedade, incapacidade de refletir sobre o que assiste ou vivência. A manipulação frenética a qual passamos nos deixa estáticos. O consumismo tem-se reafirmado a cada dia com a sofisticação, com os avanços tecnológicos e as técnicas de comunicação. O momento é de vital importância para se pensar no papel pedagógico e ideológico das mídias.
Este método de ensino surgiu a partir dos anos 70, com a Escola de Comunicação e Artes da USP (Universidade de São Paulo). Os alunos e educadores são estimulados a questionarem, produzirem e agirem de forma consciente a realidade social, como cidadãos capazes de dialogar com a realidade em que vivem. E assim prepará-los para analisarem e criticarem a mídia. No Art. 220 - A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
Constituição Federal de 1988, encontramos o objetivo principal do projeto. Os alunos realizam pesquisas, além da sala de aula, entrevistas, fotografias, tornam as aulas atraentes para os alunos, que estão sempre motivados por novos desafios. Os temas estudados fazem parte do cotidiano da sociedade e depois de registrarem tudo que conseguirem sobre o assunto eles desenvolvem os matérias, filmes ou jornais, panfletos educativos, o que acharem mais apropriado, o importante é divulgar o que aprenderam. O tema pesquisado é de acordo com a disciplina o que facilita para a escola o desenvolvimento de um projeto com a participação de toda a escola durante o ano.
Constituição Federal de 1988, encontramos o objetivo principal do projeto. Os alunos realizam pesquisas, além da sala de aula, entrevistas, fotografias, tornam as aulas atraentes para os alunos, que estão sempre motivados por novos desafios. Os temas estudados fazem parte do cotidiano da sociedade e depois de registrarem tudo que conseguirem sobre o assunto eles desenvolvem os matérias, filmes ou jornais, panfletos educativos, o que acharem mais apropriado, o importante é divulgar o que aprenderam. O tema pesquisado é de acordo com a disciplina o que facilita para a escola o desenvolvimento de um projeto com a participação de toda a escola durante o ano.
Há uma necessidade de debater o assunto, estimular cada vez mais entidades a realizarem esse programa no campo da investigação. Novos métodos gera insegurança, é preciso quebrar o preconceito e driblar a resistência. É o que tem acontecido projetos como o Educom Rádio de Comunicação e Educação da ECA/USP, o Lata Net, da organização não-governamental Oficina de Imagens, de Belo Horizonte (MG), e o Comunicação e Cultura Fortaleza (CE), Luz, Câmera, Paz, o Navegando nos Direitos e o Catavento são exemplos de como a mídia pode ser usada nos processos de educação e mobilização social.
Vou concluir não com minhas palavras, mas com as de uma criança que almeja uma sociedade pensante e reflexiva. Estas palavras foram divulgadas por um professor do ECA, de uma criança que participa do projeto educom.rádio:
“Quero uma escola que eu realmente me encontre, em que eu realmente me ache. Eu quero ter em uma escola a possibilidade dos meus auges serem totalmente alcançados. É o que eu quero da minha escola. Desejo nela dar respeito que admiro, ser respeitado por todos e ainda mais quero olhar para os meus professores e admirá-los assim como alguns eu já admiro. Neles, eu e todos os verdadeiros alunos nos espelhamos acima do meu respeito e admiração pelo carinho que sinto de forma igual como sou tratado. Desejo uma escola que, na verdade, eu me identifique e que eu tenha direito de falar e realmente de ser escutado. Quero uma escola que me ajude a encontrar o caminho certo e que me permita opinar no que acho que está errado”.

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